É manifesto que uma concepção da arte pela arte, [...] , escamoteia a original e inultrapassável implantação social (histórica, material) de toda a produção cultural. A arte não existe à parte — acima, abaixo ou ao lado — do viver humano e das suas produções de consciência. Ela é, sem dúvida, uma produção cultural específica, mas por isso mesmo não deixa de ser uma forma ideológica, quer no seu conteúdo, como na sua configuração, como na sua ressonância social.
— JOSÉ BARATA-MOURA, Estética da Canção Política
As Condições Concretas da Arte
29.01.2015
O Interior: “A Comunidade”
17.01.2015
A última crónica que escrevi para o jornal O Interior é uma análise crítica do filme A Comunidade (2012), realizado pela Salomé Lamas. O texto pode ser lido aqui.
Kino Kino Kino Kino Kino
15.01.2015
O último número da L’Atalante: Revista de estudios cinematográficos, publicada pela Universidade de Valência, inclui um ensaio meu. Originalmente intitulado “Kino Kino Kino Kino Kino: Guy Maddin’s Cinema of Artifice”, o texto surge com o título “Kino Kino Kino Kino Kino: el cine de artificio de Guy Maddin”, depois da tradução para castelhano de Pablo Hernández Miñano e Violeta Martín Núñez. O número está disponível na íntegra aqui. A versão em inglês pode ser lida aqui.
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