Religion and the Working Class in Film:
“How Do Working-Class People in China Comment on Chinese-Language Buddhist Films?” by Zhentao Sun

01.12.2022

The first article of the special issue “Religion and the Working Class in Film”, which I’m editing for the journal Religions, is now available: “How Do Working-Class People in China Comment on Chinese-Language Buddhist Films?” by Zhentao Sun (Huaqiao University, China). If you’re interested in and doing research on these topics, please submit.

O Homem da Câmara de Filmar / Dziga Vertov

30.11.2022


Foi ontem publicado o dossiê pedagógico sobre O Homem da Câmara de Filmar (Liudyna z Kinoaparatom/Chelovek s kino-apparatom, 1929), realizado por Dziga Vertov, que elaborei para o Plano Nacional de Cinema (PNC). Trata-se de um manual para ser usado nas escolas secundárias, por isso devia ser facilmente compreensível e ter um carácter prático, mas sem deixar de fazer justiça à obra-prima absoluta de Vertov. O dossiê é o número 36 da colecção do PNC, que inclui muitos excelentes trabalhos, e pode ser lido e descarregado aqui.

COREnet

21.11.2022

Sou agora membro da “COREnet: Connecting Theory and Practical Issues of Migration and Religious Diversity”. Pertenço ao grupo de trabalho “Narratives of Migration through the Lenses of Religious/Non-religious Beliefs”. A “COREnet” é uma rede interdisciplinar que integra investigadores de 33 países, com financiamento da União Europeia através da COST - Cooperação Europeia em Ciência e Tecnologia.

Saramago e o Cinema

12.11.2022

Ensaio sobre a Cegueira (Blindness, 2008).

A propósito da celebração do centenário de José Saramago, no próximo dia 16 de Novembro, o Plano Nacional de Cinema promove a uma Semana do Centenário de José Saramago, de 14 a 18 de Novembro, nas escolas, com um programa de actividades que inclui uma sessão online e o visionamento de um documentário através da plataforma streaming.

No dia 14 decorrerá a sessão online para professores, entre as 17h e as 20h (inscrições já fechadas). A sessão terá início com uma comunicação minha com o título “Saramago e o Cinema”. Seguir-se-á uma conversa com Miguel Gonçalves Mendes, realizador de José e Pilar (2010) e Pilar del Rio, viúva do escritor, jornalista, e Presidenta da Fundação José Saramago. José e Pilar estará disponível em todas as escolas PNC, através da plataforma streaming.

Deus Fora de Portas

11.11.2022


Foi apresentada no passado sábado a Mostra Internacional de Curtas-Metragens “Deus Fora de Portas”, promovido pelo Luiza Andaluz Centro de Conhecimento (LA CC) por ocasião do Dia Mundial do Cinema, que se comemora a 5 de novembro, e da realização em Portugal da Jornada Mundial da Juventude em 2023. O LA CC é um espaço contemporâneo e de vanguarda, que procura encontrar novas linguagens para expressar o rosto de Deus, um projeto a Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima. Os filmes serão conhecidos e exibidos durante a Jornada Mundial da Juventude.

Fui convidado a integrar o júri desta mostra e aceitei com muito gosto. Os filmes submetidos serão avaliados e pontuados consoante a sua qualidade, originalidade, universalidade e o enquadramento no tema da Mostra.

O regulamento está disponível aqui.

As submissões podem ser feitas aqui.

Um Espectro pela Europa

10.11.2022

Transe.

De 28 a 30 de Novembro, realiza-se um encontro centífico no Colégio Almada Negreiros, Universidade Nova de Lisboa, pensado pelo José Bértolo e organizado no âmbito do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, com o título genérico Cinema Português: Uma História de Fantasmas. Participarei no último dia com uma comunicação intitulada “Um Espectro pela Europa: Transe (2006) de Teresa Villaverde”.

Conversa sobre O Perdão

08.11.2022

O Perdão.

No próximo dia 24 de Novembro, às 21h, estarei na Casa do Cinema de Coimbra para conversar sobre o filme O Perdão (Ghasideyeh gave sefid, 2020) de Maryam Moghadam e Behtash Sanaeeha, com o juiz Joaquim Oliveira Martins. Caberá ao juiz André Alves moderar a conversa. Esta sessão integra o ciclo “Cinema e Direito”, que decorre entre Setembro e Novembro na Casa do Cinema de Coimbra, co-organizado pela Direção Regional de Coimbra do Sindicato dos Magistrados do Ministério Púbico, pela Direção Regional do Centro da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, pelo Conselho Regional de Coimbra, Centro da Ordem dos Advogados, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e pelos Caminhos do Cinema Português. Entrada livre.

Merciful Hope

08.11.2022

Silent Light.

The conference Artes, Literatura e Cultura: Uma Perspetiva Religiosa (Arts, Literature and Culture: A Religious Perspective), organised by the Research Centre for Communication and Culture of the Catholic University of Portugal, will take place between 15 and 16 November. My paper “Merciful Hope: A Theological Reading of Silent Light (2007)” has been included in the workshop discussion on the second day. Here is the abstract:

Theology distinguishes between cardinal virtues and theological virtues. Cardinal virtues, as the adjective indicates, are main or fundamental virtues. No wonder, therefore, that Christianity does not claim to have discovered or articulated them. We already find them, for example, in Plato’s Republic as values: prudence (prudentia), justice (justitia), fortitude (fortitudo), and temperance (temperantia). Fathers of the Church like Ambrose, Jerome, Augustine, and Gregory developed these virtues in a Christian perspective. But the theological virtues are not humanly acquired, but divinely infused. As Thomas Aquinas wrote in his Summa Theologica: “These virtues are called Divine, not as though God were virtuous by reason of them, but because of them God makes us virtuous, and directs us to Himself.” Hope (spes) is one of the three theological virtues, along with faith (fidei) and love (caritas).

This paper is part of a more general research on the representation of theological virtues in contemporary cinema. I argue that hope must be placed in the daily existence of characters for it to become a virtue that allows human life to partake in divine life. Hope can be defined as desiring God and foreseeing union with God. In Silent Light (Stellet Licht, 2007), directed by Mexican Carlos Reygadas, where a married man commits adultery in a Mennonite community, hope appears connected with mercy. Other relevant aspects that frame human drama in the film are the importance of nature and physicality. The natural is the place where the supernatural irrupts and a strong physical dimension allows for expressing the convulsions of the spirit.

Beat Film

27.10.2022

Pull My Daisy.

The conference Kerouac 100 takes place tomorrow at the Faculty of Arts and Humanities of the University of Coimbra. It aims at celebrating the centenary of Jack Kerouac (1922-1969), one of the greatest writers of the Beat Generation. The program is available here. I‘m presenting a paper with the title “Beat Film: Jack Kerouac’s Writing and Reading for the Screen in Pull My Daisy (1959)”, with the following abstract:

Directed by photographer Robert Frank, author of the book The Americans (1958), and painter Alfred Leslie, Pull My Daisy (1959) gathers some of the most important artists of the Beat Generation and their companions — poets Allen Ginsberg, Peter Orlovsky and Gregory Corso, painters Larry Rivers and Alice Neel, musician David Amram, art dealer Richard Bellamy, actress Delphine Seyrig, dancer Sally Gross, and Pablo Frank, Robert’s son. Jack Kerouac wrote and read the text that we hear in this short film. This literary composition was, in fact, adapted from the third act of his play, Beat Generation or The New Amaraean Church. The film’s title comes from the poem “Pull My Daisy”, written by Ginsberg, Kerouac and Neal Cassady in the late 1940s. Part of this original poem was used as a lyric in Amram’s jazz composition that opens the film. My aim in this paper is to analyse these elements and the aesthetic qualities of this work, by focusing on the film’s improvisational tone as well as the autobiographical elements of Kerouac’s text, such as his Catholic spirituality.

Quatro Semana com Saramago no Cinema

15.10.2022

José e Pilar.

Terminou hoje o “Ciclo Saramago” na Casa do Cinema de Coimbra, que o co-organizou com o Partido Comunista Português e o apoio da Fundação José Saramago. O Tiago Santos agradeceu-me na última sessão de hoje e eu devolvi o agradecimento no último comentário que fiz, sobre os filmes que mostrámos hoje: A Maior Flor do Mundo (A Flor máis grande do mundo, 2007) de Juan Pablo Etcheverry e José e Pilar (2010) de Miguel Gonçalves Mendes. Durante quatro semanas tivemos conversas e comentários em torno dos filmes que integraram o ciclo, valorizando a criatividade e universalidade da obra literária de Saramago e a sua intervenção política como intelectual comunista. Obrigado a quem nos foi acompanhando neste percurso.