Homenagem aos Cineclubes (3)

27.02.2013


Harakiri (Seppuku, 1962).

Será mostrado hoje nas Sessões do Carvão às 21h30 na Casa das Caldeiras.

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“Homenagem aos Cineclubes”: (1) · (2)

Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna (3)

27.02.2013


24 City (Er shi si cheng ji, 2008).

Será mostrado hoje nas Sessões do Carvão às 18h30 na Casa das Caldeiras.

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“Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna”: (1) · (2)

O Interior: “Abraço ao Vento”

21.02.2013


Abraço do Vento.

Inicio hoje uma colaboração bimestral com o jornal O Interior da Guarda. O convite veio de uma das minhas alunas de mestrado, Sara Quelhas, que trabalha na publicação. Aceitei com entusiasmo, porque vi aqui uma nova oportunidade para divulgar e pensar o cinema português, numa região onde as vozes que falam sobre arte e cultura devem provavelmente escassear. O primeiro texto pode ser lido aqui e tem como objecto a animação portuguesa recente, centrando-se na curta-metragem Abraço do Vento (2004) de José Miguel Ribeiro.

Homenagem aos Cineclubes (2)

20.02.2013


Desvio (Detour, 1945).

Será mostrado hoje nas Sessões do Carvão às 21h30 na Casa das Caldeiras.

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“Homenagem aos Cineclubes”: (1)

Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna (2)

20.02.2013


Still Life - Natureza Morta (Sanxia haoren, 2006).

Será mostrado hoje nas Sessões do Carvão às 18h30 na Casa das Caldeiras.

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“Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna”: (1)

Narrativas da Paisagem

19.02.2013

Homenagem aos Cineclubes (1)

13.02.2013


O Tesouro de Arne (Herr Arnes pengar, 1919).

Será mostrado hoje às 21h30 na Casa das Caldeiras.

Ao longo da história do cinema, os cineclubes foram responsáveis pela formação cinéfila, criando um espaço de descoberta e discussão. Com estes três grandes filmes pouco vistos pretende-se homenagear este trabalho e refletir sobre o papel destes grupos no século XXI. Organizado em associação com o Fila K Cineclube.

Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna (1)

13.02.2013


O Mundo (Shijie, 2004).

Será mostrado hoje nas Sessões do Carvão às 18h30 na Casa das Caldeiras.

Zhang-ke Jia, cineasta da sexta geração do cinema chinês pós-revolução cultural, tem sido o grande retratista da China moderna. Os seus filmes observam atentamente a rápida transformação do país, entre o mundo rural e o domínio urbano, entre o pessoal e o coletivo.

Sessões do Carvão, Fevereiro 2013

11.02.2013


Harakiri.

As Sessões do Carvão regressam esta semana à Sala do Carvão da Casa das Caldeiras. Coordeno-as no âmbito da programação cultural do Teatro Académico de Gil Vicente.

13 Fev. · “Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna”:
18h30   O Mundo (Shijie, 2004), real. Zhang-ke Jia

13 Fev. · “Homenagem aos Cineclubes” (em colaboração com o Fila K Cineclube):
21h30   O Tesouro de Arne (Herr Arnes pengar, 1919), real. Mauritz Stiller

20 Fev. · “Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna”:
18h30   Still Life - Natureza Morta (Sanxia haoren, 2006), real. Zhang-ke Jia

20 Fev. · “Homenagem aos Cineclubes” (em colaboração com o Fila K Cineclube):
21h30   Desvio (Detour, 1945), real. Edgar G. Ulmer

27 Fev. · “Zhang-Ke Jia: Retratos da China Moderna”:
18h30   24 City (Er shi si cheng ji, 2008), real. Zhang-ke Jia

27 Fev. · “Homenagem aos Cineclubes” (em colaboração com o Fila K Cineclube):
21h30   Harakiri (Seppuku, 1962), real. Masaki Kobayashi

A Cultura como Meio e Fim

span style="font-size: 10pt;">09.02.2013

Mas nem só estas necessidades de ordem material impulsionaram sempre o homem; desde que a sua existência se encontrou suficientemente assegurada para não lhe ser necessário dedicar-lhe todos os seus momentos de atenção, o homem virou-se para a contemplação da natureza e dessa contemplação nasceu no seu espírito o sentido do belo, origem de todas as suas manifestações artísticas.

Por outro lado, ele depressa começou a viver em sociedade com os outros homens e a reconhecer a necessidade da cooperação com os seus semelhantes.

Essa associação teve a princípio como origem certamente um sentimento egoísta — tirar da colaboração com os outros homens o maior proveito possível para si próprio. Mas foi-se introduzindo lentamente nas relações sociais uma outra ideia — a de que cada um não deve utilizar as relações de sociedade unicamente com o objectivo de tirar daí interesse ou proveito próprio, deve também dar aos outros o seu esforço para os auxiliar. É o sentimento do belo introduzido nas relações sociais, dando ao homem objectivos de ordem moral.

O aperfeiçoamento constante dos meios de satisfação e desenvolvimento das necessidades, ideias e sentimentos, constitui a cultura, que no dizer de Karl Marx “compreende o máximo desenvolvimento das capacidades intelectuais, artísticas e materiais encerradas no homem”.

A cultura é assim simultaneamente um meio e um fim.

BENTO DE JESUS CARAÇA, “Conferência na Universidade Popular”

CFP Cinema 5

02.02.2013

Cinema: Journal of Philosophy and Moving Image invites submissions for its 5th issue on Portuguese Cinema and Philosophy, edited by Patrícia Castello Branco and Susana Viegas. The submission deadline is 15 March 2013 (for 500-word abstracts). The complete CFP is available here.

Sobre o Absoluto

01.02.2013

O Absoluto é aquilo que está fora das relações.

JOSÉ BARATA-MOURA