O Dinheiro como Monstro

16.06.2016


Monster Money.


O jornal Avante! publica hoje um texto assinado por mim sobre o filme Monster Money (2016), mais uma obra realizada por Jodie Foster que tem uma singular filmografia como realizadora no cinema popular contemporâneo produzido nos EUA. A versão electrónica deste artigo, que tem por título “O Dinheiro como Monstro”, está disponível aqui.

O Ecrã-Mosaico

01.06.2016


24 (2001–10), “12:00 a.m. - 1:00 a.m.” (1.01).


Participo hoje numa iniciativa organizada pelo Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra sobre “Imagens da Imagem”. Estas jornadas incluem a apresentação de trabalhos de Fausto Cruchinho, Rita Capucho, Joana Bernardes, Cláudia Ferreira, e João Luz. A minha comunicação tem o título “O Ecrã-Mosaico” e baseia-se num ensaio que publiquei em inglês em 2008.

Kaiju: Cinema, Guerras e o Imaginário Japonês (2)

24.05.2016


Tora! Tora! Tora! (1970).



Evangerion shin gekijôban: Jo (Evangelion 1.11: Você (Não) Está Só, 2007).


Estes filmes serão mostrados amanhã nas Sessões do Carvão, o primeiro às 18:30, o segundo às 21:30. Este ciclo foi programado por estudantes do 1.º ciclo do curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra: Andreia Azevedo, António Miguel Pita, Diogo Andrade, Fábio Costa, Fábio Lucindo, Inês Santana, João Faria Ferreira, Mariana Mendes, Rodrigo Sérgio, Tomás Barreto, Verónica Alves.

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“Kaiju: Cinema, Guerras e o Imaginário Japonês”: (1)

Kaiju: Cinema, Guerras e o Imaginário Japonês (1)

29.05.2016


Nobi (Fogo na Planície, 1959).



Hiroshima mon amour (Hiroshima, Meu Amor, 1959).


Estes filmes serão mostrados amanhã nas Sessões do Carvão, o primeiro às 18:30, o segundo às 21:30. Este ciclo foi programado por estudantes do 1.º ciclo do curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra: Andreia Azevedo, António Miguel Pita, Diogo Andrade, Fábio Costa, Fábio Lucindo, Inês Santana, João Faria Ferreira, Mariana Mendes, Rodrigo Sérgio, Tomás Barreto, Verónica Alves.

A Lei do Capital

14.05.2016


La loi du marché.


O jornal Avante! publicou na passada quinta-feira um texto que reúne algumas observações críticas minhas sobre o filme La loi du marché (A Lei do Mercado, 2015). A versão electrónica deste artigo, intitulado “A Lei do Capital”, está disponível aqui.

Sessões do Carvão: “Kaiju: Cinema, Guerras e o Imaginário Japonês”

11.05.2016



18 MAIO

18:30   Nobi (Fogo na Planície, 1959), real. Kon Ichikawa

21:30   Hiroshima mon amour (Hiroshima, Meu Amor, 1959), real. Alain Resnais

25 MAIO

18:30   Tora! Tora! Tora! (1970), real. Richard Fleischer, Toshio Masuda, Kinji Fukasaku

21:30   Evangerion shin gekijôban: Jo (Evangelion 1.11: Você (Não) Está Só, 2007), real. Hideaki Anno

Ajustar a Atenção

05.05.2016


Nostalgia de la luz (Nostalgia da Luz, 2010).



India Song (1975).


O sexto encontro anual da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM) começou oficialmente ontem, mas os primeiros painéis decorrem hoje, na Universidade Católica Portuguesa - Porto. Termina no sábado, dia 7. Apresentarei uma comunicação amanhã intitulada “Ajustar a Atenção: Sobre o Estudo Detalhado de Obras Cinematográficas”, num painel dedicado . Eis o resumo:

Estudar detalhadamente obras cinematográficas exige um ajustamento da atenção. Proponho a distinção entre dois tipos de atenção que permite regular, de forma consciente, o estudo destas obras. A “atenção intensiva” adequa-se mais à análise de filmes como obras singulares. A “atenção extensiva” adequa-se mais à análise de conjuntos de filmes como obras agrupadas, por exemplo, de um cineasta. Estas análises são processos activos que destacam elementos e relações concretas, concentrações de múltiplas determinações, nas quais se tornam necessárias a extensão da atenção intensiva e a intensificação da atenção extensiva. O estudo é aqui entendido como uma análise crítica que não considera as obras como coisas isoladas, um meio de conhecimento que tem uma prática socio-histórica como fundo e decorrência. O estudo detalhado não é um estudos dos detalhes. Ao concentrar-se nos detalhes concretos de uma obra, no seu estilo, o estudo procura e segue um movimento de abstracção que possibilita a compreensão da obra na teia social e cultural na qual se insere historicamente, como objecto de produção e de reflexão. A análise fílmica tem sido estruturada nos estudos fílmicos a partir, sobretudo, da individualidade de cada filme, entendido como acto estético solto, num gesto de estetização e separação em sintonia com a ideologia prevalecente no capitalismo. Mas se as obras cinematográficas têm características estéticas diferenciadoras são também modos de permutação cultural que formam subjectividades sociais.

O programa da conferência e os resumos das comunicações podem ser consultados aqui. Os oradores convidados são Denilson Lopes (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Ian W. Macdonald (Universidade de Leeds), e Nicole Brenez (Universidade Sorbonne Nouvelle - Paris 3).

VI Encontro Anual da AIM

04.05.2016

Terra Quente: Retrospectiva do Cinema Africano (5)

03.05.2016


Bab'Aziz (Bab'Aziz, o Príncipe que Contemplou a sua Alma, 2005).



Timbuktu (2014).


Estes filmes serão mostrados amanhã nas Sessões do Carvão, o primeiro às 18:30, o segundo às 21:30, na Casa das Caldeiras.

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“Terra Quente: Retrospectiva do Cinema Africano”: (1) | (2) | (3) | (4)

O Rosto da Técnica

26.04.2016


Eugène Atget, Shop, avenue des Gobelins (1925).


O Núcleo de Estudantes de Filosofia da Universidade do Minho convidou-me para participar na sétima edição das suas Jornadas de Filosofia, com o tema genérico “A Filosofia e as Artes”, e eu aceitei com agrado. Na próxima sexta-feira, estarei ao lado do fotógrafo Daniel Camacho num painel dedicado à fotografia. O título da minha comunicação é “O Rosto da Técnica: Walter Benjamin e a Arte Fotográfica”. Mais informação aqui.