O Cinema Político Brasileiro Contemporâneo:
Retratos de Identificação (2014) de Anita Leandro

12.11.2019

Ouvir Cinema

08.11.2019

É com imenso prazer que participo no dia 9 de Novembro no Encontro Nacional de Cineclubes na Curia, Anadia. Vou moderar uma mesa com o título “Ouvir Cinema”, com a participação de Branko Neskov (engenheiro de som), Tiago Fernandes (professor de som, UBI), e Joaquim Pavão (músico). Mais informações aqui.

Uma Ausência Tornada Presente

01.11.2019


Gestos e Fragmentos.

Participo no dia 19 de Novembro no II Encontro Internacional de História Oral do Cinema Português, que vai decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. A minha comunicação tem o título “Uma Ausência Tornada Presente: Gestos e Fragmentos (1983)” e o seguinte resumo:

Gestos e Fragmentos (1983) integra uma trilogia na obra de Alberto Seixas Santos que inclui Brandos Costumes (1975), obra começada em 1972 no período fascista e terminada já depois do 25 de Abril de 1974, e Paraíso Perdido (1992), filme mais tardio sobre os traumas existenciais associados ao passado colonial português. Cada um deles olha para a Revolução dos Cravos adoptando uma perspectiva singular: focando-se na transição entre períodos históricos no caso de Brandos Costumes e centrando-se na relação com um passado que se tornou longínquo, mas permanece marcante, em Paraíso Perdido. Gestos e Fragmentos é um filme directamente sobre a revolução, dirigido quase uma década após os acontecimentos e produzido pelo Grupo Zero, Cooperativa de Cinema, uma estrutura indissociável do cinema que emergiu na revolução. A Lei da Terra (1977), sobre a Reforma Agrária, foi uma obra colectiva desse grupo. Na década de 1980, o 25 de Abril era sobretudo uma ausência no cinema português, como o confirmaria Um Adeus Português (1986), realizado poucos anos depois e construído exactamente em torno dessa ausência. Gestos e Fragmentos é assim um filme que contempla essa ausência e a torna presente, sem a querer decifrar completamente. A dimensão reflexiva do ensaio cinematográfico revela-se sobretudo na sua capacidade para questionar e redefinir as formas de representação no cinema — e até de problematizar o próprio conceito de representação. Gestos e Fragmentos faz isso através da combinação de vozes com diferentes modalidades discursivas: do militar Otelo Saraiva de Carvalho, do filósofo Eduardo Lourenço, e do cineasta estado-unidense Robert Kramer que interpreta um jornalista a investigar o processo revolucionário e contrarevolucionário.

Declaration of Solidarity with Chile from Academics Across the World

24.10.2019

My name is already on the list. Please join us here, fellow academics.

Investigar Pela Prática:
Olhando Para a Prática Artística Documental

24.10.2019

Bibi e os Crustáceos

22.10.2019

“A lula está a limpar o bar.” Estou a (re)ler um argumento para uma longa-metragem de animação, escrito por um mestrando brasileiro, sobre uma baleia grávida em busca de águas quentes. A prova de defesa é amanhã. Como não amar o meu trabalho?

Semana da Igualdade 2019: Milk – A Voz da Igualdade

22.10.2019


Milk – A Voz da Igualdade.

O Município da Figueira da Foz, em parceria com as entidades que desenvolvem intervenção na área da igualdade, programou um conjunto de atividades sob o mote da igualdade desenvolvidas entre os dias 21 e 27 de Outubro.

Esta Semana da Igualdade visa mobilizar os vários agentes locais e consciencializar a população em geral para as questões da igualdade, cidadania e não discriminação. No âmbito desta iniciativa, será exibido amanhã no Pequeno Auditório do CAE, pelas 21h, o filme Milk – A Voz da Igualdade (Milk, 2008). No final da projecção do filme, haverá um debate moderado por mim.

O Cinema Político Brasileiro Contemporâneo:
Marighella (2011) de Isa Grinspum Ferra

10.10.2019

Investigar Pela Prática: Cinema Documental

10.10.2019

Sessões do Carvão — O Cinema Falado
A Autoria no Cinema: Mostra de Cinema Documental Brasileiro

09.10.2019