Caixa Negra (3)

28.05.2014


Das Leben der Anderen (As Vidas dos Outros, 2006).


The Conversation (O Vigilante, 1974).

Serão mostrados hoje nas Sessões do Carvão, o primeiro às 18:30, o segundo às 21:30, na Casa das Caldeiras. Este ciclo foi programado por alunos do 1.º ciclo do curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra: Francisco Silveira, Gabriel Salgado, Mónica Marques, Pedro Abrantes, Pedro Vasconcelos, Pedro Vaz, Ricardo Almeida.
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“Caixa Negra”: (1) | (2)

Atas do III Encontro Anual da AIM

28.05.2014

Já estão disponíveis, no site da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento, as actas do III Encontro Anual da AIM, que decorreu em Coimbra em Maio de 2013. A edição destas atas esteve a meu cargo e do Paulo Cunha. O e-livro completo pode ser descarregado aqui. O índice está disponível para consulta nesta outra página.

The Magnifying Class #14

23.05.2014


On Dangerous Ground.

The “Magnifying Class” taking place tomorrow at the University of Oxford is special. In addition to the usual members of the group, we welcome filmmaker Kelly Reichardt who will join us for the close analysis and investigation of the film style of On Dangerous Ground (1951), directed by Nicholas Ray (and Ida Lupino, uncredited).
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Uma Aparência, Diferentes Seres

20.05.2014

No IV Encontro Anual da AIM foi lançado n.º 5 da revista Drama: Revista de Cinema e Teatro da Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos (APAD), pela primeira vez em papel. Este último número é dedicado às séries de televisão e contém um artigo meu que tem por título “Uma Aparência, Diferentes Seres: Performance e Identidade Pessoal em Battlestar Galactica”. Em breve, estará disponível para consulta e descarga aqui.

Caixa Negra (2)

20.05.2014


The Truman Show (A Vida em Directo, 1998).


Network (Escândalo na Televisão, 1976).

Serão mostrados hoje nas Sessões do Carvão, o primeiro às 18:30, o segundo às 21:30, na Casa das Caldeiras. Este ciclo foi programado por alunos do 1.º ciclo do curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra: Francisco Silveira, Gabriel Salgado, Mónica Marques, Pedro Abrantes, Pedro Vasconcelos, Pedro Vaz, Ricardo Almeida.
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“Caixa Negra”: (1)

O Interior: “Liberdade Encarcerada”

19.05.2014


48.

A oitava crónica que escrevi para o jornal O Interior é uma pequena análise crítica do filme 48 (2009) de Susana de Sousa Dias. Pode ser lida aqui.

Kelly Reichardt at Oxford

18.05.2014

Next week, I am going to the University of Oxford to participate in these events around Kelly Reichardt’s films, which will include film screenings, a conversation, and a masterclass — and also to take part in a Magnifying Class about On Dangerous Ground (1951). Further information here.

Duas Aulas Abertas de Oficina de Cinema

18.05.2014

Comunidades do Cinema

15.05.2014

O quarto encontro anual da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM) começa hoje e durará três dias, na Universidade da Beira Interior na Covilhã. Apresentarei uma comunicação neste primeiro dia intitulada “Comunidades do Cinema”, que resumi assim:

O filósofo Alain Badiou diz-nos que o teatro é, por natureza, a arte comunitária — por isso, nele se inscreve, por excelência, a possibilidade e o desafio da emancipação colectiva. Esta comunicação discute o cinema como arte potencialmente comunitária que nos força a repensar o que é uma comunidade. José Augusto Mourão define uma comunidade, não como um grupo, mas como uma prática da interlocução entre indivíduos que transcende o individual. Partindo do conceito de comunidade inoperante de Jean-Luc Nancy, Thomas Stubblefield defende que a comunidade surge no cinema a partir do reconhecimento de uma experiência do eu e do outro como reflexos. Esta perspectiva passa ao largo das comunidades do cinema reais que fazem entrever o laço entre a comunidade e a liberdade pessoal descrita por Karl Marx e Friedrich Engels. Como Badiou nota, o cinema não requer espectadores, apenas uma sala que alberga um público que vê e ouve. São os críticos de cinema que criam espectadores. Sendo o cinema uma arte de massas, as comunidades a que dá origem têm-se formado historicamente a partir do trabalho crítico, sensível e intelectual, sobre os filmes. Stanley Cavell assinala que a procura da comunidade é a procura da razão. E, no fundo, a razão de ser da dimensão comunitária do cinema funda-se nos discursos dialogantes sobre as suas obras e nas razões que lhes dão forma.

Hoje de manhã, moderarei um painel sobre filosofia e cinema. O programa da conferência pode ser consultado aqui.

IV Encontro Anual da AIM

14.05.2014

Caixa Negra (1)

06.05.2014


Rear Window (Janela Indiscreta, 1954).


Fahrenheit 451 (Grau de Destruição, 1966).

Serão mostrados hoje nas Sessões do Carvão, o primeiro às 18:30, o segundo às 21:30, na Casa das Caldeiras. Este ciclo foi programado por alunos do 1.º ciclo do curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra: Francisco Silveira, Gabriel Salgado, Mónica Marques, Pedro Abrantes, Pedro Vasconcelos, Pedro Vaz, Ricardo Almeida.

Sessões do Carvão: “Caixa Negra”

06.05.2014

Imagens Digitadas

02.05.2014

Começa hoje a segunda edição da iniciativa Paisagens Neurológicas, projecto transdisciplinar entre a arte e a ciência coordenado por Isabel Maria Dos. As informações detalhadas estão disponíveis neste documento.

Participarei com uma intervenção intitulada “Imagens Digitadas: Produção e Estética do Cinema Digital”, ao lado de Maia Caetano, Lino Ferreira, Armando Azevedo, e António Olaio, a partir das 21:30 na Casa das Caldeiras. Aqui fica um pequeno resumo com as suas ideias estruturantes:

Ainda que o cinema digital, como toda a arte digital, se materialize a partir de uma produção, o seu carácter imaterial ou multimaterial tem facilitado o esquecimento do trabalho de artistas e técnicos que está na sua origem. As imagens produzidas para este cinema podem ser pensadas como pertencendo a uma longa linhagem de imagens produzidas pela mão humana, usada como estêncil em pinturas rupestres e como criação e moldagem informática no cinema digital. As imagens digitais são, nesse sentido e antes de mais, imagens digitadas. É necessário considerar como são produzidas e em que condições, não só contrariando o apagamento e a desvalorização dos meios, objectos, e força de trabalho típicos do meio de produção capitalista, mas reconhecendo que a apreciação estética do cinema digital passa inevitavelmente pela consideração da manufactura que está na sua raiz.